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Mônica
Veloso abre seu coração na edição
março/08 da Revista NOVA
A revista traz uma conversa franca e direta revelando
o que de fato, levou
Mônica Veloso a se envolver com um homem casado,
14 anos mais velho
e com tamanha exposição pública.
Muito se falou sobre o romance de Mônica, de 39
anos, e Renan Calheiros,
de 52 anos. O problema familiar (ele é casado)
ganhou proporções gigantescas
quando Mônica declarou que a pensão para
a filha que geraram era paga
por um lobista. Renan renunciou à presidência
do Senado, ela se viu exposta
aos mais ácidos julgamentos. Em um relato extenso
a ex-âncora de um jornal
da Rede Globo em Brasília e apresentadora do programa
Vrum, do SBT, afirma
que nunca planejou se envolver com um homem casado. “Não
fazia parte
dos meus planos começar um relacionamento em tão
pouco tempo. Quando
me dei conta, já havia começado a sentir
falta do Renan, e a deixar a agenda
disponível”, conta.
Ela se descreve como uma mulher batalhadora, ousada, determinada
e inquieta e que por isso, quando seu segundo casamento
terminou, em 2002,
teve a sensação de derrota. Fragilizada
e “em meio a um maremoto
de emoções”, conheceu Renan em um
jantar de fim de ano para jornalistas,
publicitários e políticos. “Quando
contei que havia me separado, ela disse
saber como me sentia, pois também estava se separando”,
diz
complementando que depois daquele encontro, Renan passou
a ligar
insistentemente convidando-a para sair: “Dois meses
depois, resolvi aceitar
o convite. Se naquela noite ele tivesse me dito que continuava
casado, jamais
teria seguido adiante”.
Segundo Mônica, viveram meses assim, com Renan se
dizendo separado
e se comportando como tal. “Freqüentávamos
lugares públicos, éramos
rodeados de amigos e colegas de trabalho, estávamos
expostos inclusive à mídia”. Em
dezembro de 2003, Mônica revelou que estava grávida
e conta
que entrou em pânico com a recepção
da notícia por Renan. “Ficou 20 dias
sem ligar. Juntei os fatos e percebi que ele tinha, ao
contrário do que me dizia,
voltado para a família. Sim, errei em não
ter terminado logo que soube
que ainda era casado. Mas eu estava apaixonada e grávida”.
Foi então, que ela concordou em mudar de casa,
para um lugar mais afastado,
com poucos vizinhos e longe da imprensa. Para ela, naquele
momento,
era mesmo o melhor a fazer para proteger sua filha e o
homem que amava,
pois acreditava que ele precisava de um tempo para se
organizar. “Se pudesse
voltar no tempo, não faria isso de novo. Nenhum
ser humano merece viver
num cativeiro, como se tivesse cometido um crime, pelo
simples fato de ter
acreditado em um amor”, analisa.
Maria Catharina nasceu, Mônica voltou a trabalhar
e continuou a se encontrar
com Renan até o fim de 2005, quando decidiu dar
um basta na relação. “Dali
em diante, ele passou a pagar 67% menos de pensão
para a nossa filha.
Durante 2006 inteiro, tentei uma forma pacífica
de receber os direitos dela.
Até que precisei tomar uma atitude. O que era para
ser uma audiência para
resolver a questão virou um escândalo nacional”,
diz. Apesar de muitos
dizerem que havia interesse da parte dela, Mônica
insiste em declarar que é mentira: “Sempre
sonhei casar com um homem inteligente, que me desse
segurança emocional – e não financeira.
Não queria um provedor, porque
já tinha independência e uma carreia sólida.
Sei que parece adolescente,
mas a verdade é que amei Renan como jamais pensei
ser capaz. Era visceral”,
finaliza. ( CR Comunicação ) |
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