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Giuliano Donini chega à presidência das Empresas Marisol
Giuliano Donini é anunciado como o novo presidente das Empresas Marisol
em Assembléia de Acionistas realizada no dia 19.03.08, em Jaraguá do Sul/SC.

O profissional, de 33 anos, participou de muitas das recentes mudanças
da empresa, incluindo as aquisições das marcas Pakalolo e Rosa Chá,
além das aberturas de lojas da grife infantil Lilica Ripilica em conceituados
pólos de moda mundiais como Milão e Espanha. Sucessor de um dos principais
empresários do País, Vicente Donini – que presidiu a companhia por mais
de 12 anos – Giuliano Donini pretende dar continuidade a história de sucesso
e consolidação da Marisol liderada pelo ex-presidente.

Na Marisol desde 1999, Giuliano Donini já atuou como analista de mercado
e produtos, diretor-executivo da divisão de calçados, diretor-comercial
e diretor de marketing. O administrador participou ativamente das principiais
mudanças de diretrizes do grupo, principalmente no que se refere
a internacionalização das marcas e a implantação do processo de tornar
a Marisol uma gestora de marcas e de canais de distribuição no segmento
da moda.

Para o jovem e já respeitado empresário, este momento reflete uma grande
responsabilidade por diversos motivos. Entre eles, o fato da Marisol
ser uma empresa muito representativa no seu segmento e na sociedade
que está inserida. Considerando ainda o contingente de colaboradores e,
por conseqüência, de dependentes, muito grande, o que traz uma
responsabilidade social muito forte. Além desses fatores, o executivo
ainda ressalta o seguinte: “Suceder um reconhecido líder, que tem uma respeitabilidade inconteste, também aumenta muito a responsabilidade,
ainda mais porque é pai, e todo pai espera que seu filho consiga construir um
caminho vitorioso, porque representa o próprio sucesso de quem o orientou".

Considerando o atual cenário do segmento da moda nacional e internacional,
o sucessor destaca alguns contextos que balizarão as tomadas de decisões
da empresa neste momento. Dentre elas, estão: a concorrência por preço,
aceleradas pela migração da produção para países de maior competitividade
(não só o custo de mão de obra, mas acima de tudo a estrutura do país
potencializando e focando nisso, como no caso China, Índia, etc); uma
informalidade muito presente no segmento da economia, principalmente
no mercado interno. Giuliano Donini complementa “Por outro lado existem
movimentos de formação de aglomerados, que podem mudar um pouco
os cenários, além de uma economia interna mais estável. Na empresa,
buscaremos amadurecer nossa cultura interna para enfrentar novos mercados
e prepararmos nossos profissionais e nossas marcas para isso".
( ImagemPress Assessoria de Imprensa e Comunicação )