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GEBBEG ROUPAS MODA ÍNTIMA FEMININA

A calcinha, um dos mais importantes artigos femininos, comemora 500 anos
e o fio LYCRA® lembra a importância de sua trajetória
Com estampas de bichos, em cores vibrantes, com aplicações de strass
ou pedrarias. A cada estação, a calcinha - peça íntima e indispensável
do guarda-roupa feminino - chega com uma nova aposta para deixar a mulher
contemporânea mais sensual, confortável e protegida. No século 21,
as mulheres podem dispensar tudo em uma produção na hora de compor
o look, menos a presença sempre fundamental dessa peça-íntima
que completa cinco séculos de existência.

Líder no mercado mundial de vestuário e referência no segmento de moda
íntima, o fio LYCRA®, ingrediente primordial na fabricação da calcinha,
registrou em 2007 a produção de 250 milhões de unidades da peça,
de acordo com estimativas da INVISTA.

Não é de hoje que a peça é item indispensável no guarda-roupa feminino.
Entre os séculos 15 e 17, na Idade Média e no Renascimento, as peças íntimas
das mulheres ainda se assemelhavam às dos homens. Eram pedaços de pano
amarrados às pernas e à cintura. Logo em seguida, surgiu o calção, larguinho,
era usado debaixo de um camisão. Só depois vinha a saia ou o vestido.
As peças mais antigas de que se tem notícia datam do período Tudor
(1485 a 1603), na Inglaterra.

No século 18, as mulheres usavam um verdadeiro arsenal de acessórios
por debaixo dos vestidos. Eram calçolas (como um short), calças, petticoats
(tipo de saia de baixo) e armações de arame. Mas com a Revolução Industrial
e a proliferação das máquinas de costura, o algodão se popularizou na Europa
e as mulheres, ao invés de costurarem sua própria roupa íntima, passaram
a comprá-la em lojas. Nessa época já era possível encontrar algumas peças
com estampas. Um século depois, as mulheres usavam ceroulas e calças
bufantes com renda debaixo de uma coleção de saias.Todo esse arsenal
de peças era exclusivamente usado para esconder as pernas dos olhares
curiosos dos homens.

O século 20 trouxe as grandes revoluções no universo das calcinhas
e das lingeries em geral. Foi nesse período que os espartilhos sumiram
de vez, dando lugar ao sutiã. Surgiram as cintas-ligas para segurar
as meias-calças 7/8 e também os fios LYCRA® e o nylon – ampliando, assim,
as opções em roupas íntimas. Os calções encolheram e por volta de 1960
já lembravam as calcinhas de hoje. Nos anos 70, o conforto e a durabilidade
ganharam uma atração a mais: a sensualidade.

“A chegada do fio LYCRA® ao mercado de moda íntima foi apontada
como uma verdadeira revolução, em especial, para a calcinha, pois passou
a proporcionar melhor caimento à peça, melhor ajuste e conforto ao corpo.
Mas foi com o lançamento do fio TACTEL® para este segmento que o conforto
se completou, permitindo maior maciez e secagem rápida, uma vez que
é uma microfibra”, lembra Silvana Eva, gerente de lingerie do fio LYCRA®.

No que se refere às cores da calcinha, essas acompanham as tendências
da moda, porém, as tonalidades clássicas - preto, branco, chocolate e tons
de pele - correspondem a 35% das compras das mulheres, de acordo
com informações da INVISTA. “Além da cor, o design e a criatividade na criação,
as novas tecnologias em fios que melhoram o desempenho da peça e toda
a sua importância na higiene diária da mulher, são alguns dos itens
que fizeram com que a peça atravessasse os tempos e fosse incorporada
eternamente na vida feminina”, completa Silvana Eva.
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