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Luxo é um termo que vem mudando de conceito nos
últimos tempos.
Perdeu um pouco do supérfluo da ostentação,
glamour, divisão de classes
e poderio econômico, para um luxo mais individual
e personalizado, onde
o foco é o conforto de direito adquirido, aumentando
a qualidade e estilo
de vida. O Conceito que já entra em muitas áreas
profissionais, como moda
e design, é apresentado com dois enfoques diferentes:
Luxo Brasil,
pelo Núcleo de Moda do Sindivest, e Luxo Comportamental,
pelo Comitê
de Estilo do Fitemasul.
Luxo Brasil seria uma redescoberta das cores, sabores,
aromas, materiais
e tramas brasileiros, um olhar atento às riquezas
de nossas culturas
e pluralidades. Segundo Bernardete Venzon, do Núcleo
de Moda do Sindivest,
o tema se define como “olhar tudo com atenção
e conseguir captar,
sentir e saber traduzir em produtos que possam fascinar
os consumidores,
um olhar local que pode, e deve, ser levado para outros
países e encantar
os consumidores pelo mundo afora”. Por esse motivo,
Bernardete explica
que é “preciso estar atento às passarelas,
culturas e estilos de outros países,
mas sem deixar de olhar ao nosso redor e descobrir, muitas
vezes, que algo
simples, perto de nós, pode servir de referência
na criação da moda”.
O Comitê de Estilo do Fitemasul define o luxo como
Comportamental, onde o termo
pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, como
um almoço compartilhado
entre a família, um domingo de sol num parque,
ver o céu azul sem uma camada
de gás carbônico que atrapalhe nossa visão.
“Desta forma repensamos o luxo
e descobrimos que ele está realmente nas coisas
menores e mais singelas
do cotidiano que nossa correria diária não
nos permite usufruir”, explica a estilista
Cecília Seibel, integrante do Comitê do Estilo. |